segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

ARTIGO DE OPINIÃO: PÉSSIMAS CONDIÇÕES DA ESTRADA DO IFTO - CAMPUS ARAGUATINS


Já faz algum que tempo que estudantes do IFTO - Campus Araguatins, assim como a direção do campus, solicitaram ao governador do estado a construção ou recuperação da Avenida Castelo Branco, via de acesso ao IFTO - Campus Araguatins. No entanto, nada se foi feito, nem os buracos da estrada foram tampados, pelo contrário, se encontra piores do que antes.
Quem transita pela via, principalmente no trecho do povoado Santa Tereza, encontra uma série de dificuldades, tanto para carros ou afins e motocicletas. E ainda fica mais dificil em dias chuvosos, que os buracos alagam e acaba prejudicando alunos e funcionários que vão para o campus de motocicleta e bicicleta.






Infelizmente, uma instituição com mais de 200 funcionários e mais de  1.200 alunos não tem  uma estrada de qualidade.
Outro problema é a ponte que liga o corrego Taquari, pois  possui capacidade para passar apenas um carro por vez, sendo estes em sua maioria ônibus que transportam alunos e caminhões pesados.
Já ocorreram vários relatos de acidentes na via,  causados por buracos e má sinalização, que é outro problema da estrada, pois possui quebra - molas no povoado Santa Tereza que não são  pintados, fazendo com que seja dificil a visualização, principalmente a noite também  e por visitantes que ainda não conhecem o trecho. 

Depois desse relato, fica a pergunta: O Senhor governador e o Senhor prefeito estão cientes dessa situação? Os Senhores vereadores e os Senhores deputados estão cientes também? Os Senhores Senadores também estão?!
 Seria viável uma instituição de ensino, como o Instituto Federal do Tocantins - Campus Araguatins, considerado o melhor do estado e da região Norte, referencia em ensino de qualidade, não possuir uma boa estrada de acesso ? 
Senhores "representantes do povo" queremos saber sua opinião, o por que dessa situação. E principalmente, QUEREMOS SOLUÇÃO!


 Autor: José Felipe Tavares de Almeida - Agronomia IFTO - Campus Araguatins




sábado, 3 de novembro de 2018

II SEMANA DA POPULARIZAÇÃO DA CIÊNCIA DO IFTO CAMPUS ARAGUATINS

Aconteceu no último 29, 30  de outubro e 1 do novembro a II Semana de Popularização da Ciência  promovida pelo Campus Araguatins do IFTO em parceira com a UFT com fomento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) em alusão a Semana Nacional da Ciência e Tecnologia, que neste ano teve  como tema: Ciência para a redução das desigualdades sociais.

Na abertura do evento houve relatos e depoimentos de egressos da EAFA/ IFTO que obtiveram sucesso depois de se formar na instituição. Além do lançamento do vídeo de institucional de 30 anos da EAFA/IFTO.


Alunos de várias escolas públicas e particulares do munícipio de Araguatins teve  a oportunidade de conhecer ações de pesquisas, extensão e ensino desenvolvida no Campus Araguatins do IFTO, por meio das Estações do Conhecimento que foram montadas em diversos setores do instituto.
A comunidade araguatinense  também teve a oportunidade de conhecer através  de  exposição das    estações  na praça Anselmo Ferreira Guimarães de Araguatins.




quinta-feira, 11 de outubro de 2018

HISTÓRIA DA SOJA

 Soja

O Brasil é o segundo maior produtor mundial de soja, atrás apenas dos EUA. Na safra 2016/2017, a cultura ocupou uma área de 33,89 milhões de hectares, o que totalizou uma produção de 113,92 milhões de toneladas. A produtividade média da soja brasileira foi de 3.362 kg por hectare.

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História da soja


A soja que hoje cultivamos é muito diferente dos seus ancestrais, que eram plantas rasteiras que se desenvolviam na costa leste da Ásia, principalmente ao longo do rio Yangtse, na China.  Sua evolução começou com o aparecimento  de plantas oriundas de cruzamentos naturais entre duas espécies de soja selvagem que foram domesticadas e melhoradas por cientistas da antiga China.
As primeiras citações do grão aparecem no período entre 2883 e 2838 AC, quando a soja era considerada um grão sagrado, ao lado do arroz, do trigo, da cevada e do milheto. Um dos primeiros registros do grão está no livro "Pen Ts'ao Kong Mu", que descrevia as plantas da China ao Imperador Sheng-Nung. Para alguns autores, as referências à soja são ainda mais antigas, remetendo ao "Livro de Odes", publicado em chinês arcaico.
Até aproximadamente 1894, término da guerra entre a China e o Japão, a produção de soja ficou restrita à China. Apesar de ser conhecida e consumida pela civilização oriental por milhares de anos, só foi  introduzida na Europa no final do século XV, como curiosidade, nos jardins botânicos da Inglaterra, França e Alemanha.
Na segunda década do século XX, o teor de óleo e proteína do grão começa a despertar o interesse das indústrias mundiais. No entanto, as tentativas de introdução comercial do cultivo do grão na Rússia, Inglaterra e Alemanha fracassaram, provavelmente, devido às condições climáticas desfavoráveis.

No Brasil


No final da década de 60, dois fatores internos fizeram o Brasil começar a enxergar a soja como um produto comercial, fato que mais tarde influenciaria no cenário mundial de produção do grão. Na época, o trigo era a principal cultura do Sul do Brasil e a soja surgia como uma opção de verão, em sucessão ao trigo. O Brasil também iniciava um esforço para produção de suínos e aves, gerando demanda por farelo de soja. Em 1966, a produção comercial  de soja já era uma necessidade estratégica, sendo produzidas cerca de 500 mil toneladas no País.
A explosão do preço da soja no mercado mundial, em meados de 1970, desperta ainda mais os agricultores e o próprio governo brasileiro. O País se beneficia de uma vantagem competitiva em relação aos outros países produtores: o escoamento da safra brasileira ocorre na entressafra americana, quando os preços atingem as maiores cotações. Desde então, o país passou a investir em tecnologia para adaptação da cultura às condições brasileiras, processo liderado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.
Os investimentos em pesquisa levaram à "tropicalização" da soja, permitindo, pela primeira vez na história,  que o grão fosse plantado com sucesso, em regiões de baixas latitudes, entre o trópico de capricórnio e a linha do equador. Essa conquista dos cientistas brasileiros revolucionou a história mundial da soja e seu impacto começou a ser notado pelo mercado a partir do final da década de 80 e mais notoriamente na década de 90, quando os preços do grão começaram a cair. Atualmente, os lideres mundiais na produção mundial de soja são os Estados Unidos, Brasil, Argentina, China, Índia e Paraguai.
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Soja em números (safra 2017/2018)


Atualizado em maio de 2018.
Soja no mundo
Produção: 336,699 milhões de toneladas
Área plantada: 124,580 milhões de hectares
Fonte: USDA (24/05/2018)
Soja nos EUA (maior produtor mundial do grão)
Produção: 119,518 milhões de toneladas
Área plantada: 36,228 milhões de hectares
Produtividade: 3.299 kg/ha
Fonte: USDA (24/05/2018)

Soja no Brasil (segundo maior produtor mundial do grão)
Produção: 116,996 milhões de toneladas
Área plantada: 35,100 milhões de hectares
Produtividade: 3.333 kg/ha
Fonte: CONAB (Levantamento de maio)

Mato Grosso (maior produtor brasileiro de soja)
Produção: 31,887 milhões de toneladas
Área plantada: 9,519 milhões de hectares
Produtividade: 3.350 kg/ha
Fonte: CONAB (Levantamento de maio)
Paraná (segundo produtor brasileiro de soja)
Produção: 19,070 milhões de toneladas
Área plantada: 5,444 milhões de hectares
Produtividade: 3.503 kg/ha
Fonte: CONAB (Levantamento de maio)

Rio Grande do Sul (terceiro produtor brasileiro de soja)
Produção: 16,968 milhões de toneladas
Área plantada: 5,692 milhões de hectares
Produtividade: 2.981 kg/ha
Fonte: CONAB (Levantamento de maio)
Consumo interno de soja em grão (CONAB – 05/2018): 59,000 milhões de toneladas
Exportação de soja em grão (Agrostat): 68,1 milhões de toneladas - U$ 25,7 bilhões
Exportação de farelo (Agrostat): 14,2 milhões de toneladas - U$ 5,0 bilhões
Exportação de óleo (Agrostat): 1,3 milhões de toneladas - U$ 1,0 bilhões
Total exportado (Agrostat): U$ 31,7 bilhões


 *TEXTO RETIRADO DO PORTAL EMBRAPA. DISPONÍVEL EM < https://www.embrapa.br/soja/cultivos/soja1 >.

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

DIA DO AGRONÔMO EM ARAGUATINS


 

 Os acadêmicos de Agronomia do IFTO - Campus Araguatins realizarão no dia 12 de outubro em Araguatins a programação alusiva ao dia do Agronômo. Será realizado no Balneário Recanto da Natureza no entrocamento de Araguatins. Haverá feijoada e bebidas e o evento será o dia todo. A organização está por conta do Centro Acadêmico da Agronomia. Venha participar!

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

ACADÊMICOS DE AGRONOMIA DO IFTO VISITAM EMPRESA DE ARMAZENAMENTO DE GRÃOS EM GRAJAÚ - MA

Os acadêmicos do curso de Agronomia do IFTO - Campus Araguatins, sob a orientação da professora Geslanny Oliveira e Priscila Gonçalves visitaram neste terça - feira, 04, a empresa de armazenamento de grãos Gênesis Agro, no munícipio de Grajaú - MA.
Na visita os acadêmicos tiveram a oportunidade de conhecer o processo de armazenamento desde a entrada dos caminhões carregados com soja ou milho até o armazenamento nos silos. Dentro da empresa, ocorre o processo de classificação dos grãos, definindo a umidade, o teor de impurezas e a viabiliade do mesmo. Também ocorre o secamento e a limpeza antes de serem armazenados.
A Gênesis Agro possui cinco silos de armazenagem, cada um com capacidade para 100 mil sacas de grãos. Ao todo a empresa possui capacidade de armazenar 30 mil toneladas de grãos.

Além dos silos, ela possui um campo experimental para trabalhos com plantação de soja, milho, milheto e capim e também campos para produção de fenos com capim. Os campos experimentais são utilizados principalmente por empresas agrícolas que querem testar seus produtos antes de lançar no mercado.